A imbecilidade das vidas circundantes...
Estou mergulhada num profundo torpor... Passo os dias a dormir, contando que desta forma os dias sejam mais breves... Mas porque será que se arrastam, molengas, em harmonia com este tédio que se apoderou dos meus membros?...
Acho que tudo isto é reflexo do cansaço que acumulei durante todo este ano...
Às vezes pensamos que não temos limites, e depois pagamos uma fasquia demasiado elevada pelos excessos que cometemos, ou suportamos... E eu continuo a esconder de todos uma tristeza que vem de longe... Mas, quando no nosso rosto brilha um sorriso, não há ninguém que questione... Às tantas, se me deitasse numa cama e me desse por vencida, alegando uma gastrite e duas ou três úlceras duodenais e me recusasse a comer por alguns dias, aí a minha dor seria mais sentida, já que é no espectáculo que fazemos que reside a compaixão dos tontos com quem coabitamos...
É triste tudo isto... Porém inegável... Risível esta imbecilidade nos amigos que amamos...
Acho que tudo isto é reflexo do cansaço que acumulei durante todo este ano...
Às vezes pensamos que não temos limites, e depois pagamos uma fasquia demasiado elevada pelos excessos que cometemos, ou suportamos... E eu continuo a esconder de todos uma tristeza que vem de longe... Mas, quando no nosso rosto brilha um sorriso, não há ninguém que questione... Às tantas, se me deitasse numa cama e me desse por vencida, alegando uma gastrite e duas ou três úlceras duodenais e me recusasse a comer por alguns dias, aí a minha dor seria mais sentida, já que é no espectáculo que fazemos que reside a compaixão dos tontos com quem coabitamos...
É triste tudo isto... Porém inegável... Risível esta imbecilidade nos amigos que amamos...

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